quarta-feira, 14 de maio de 2008

CQC - Custe o Que Custar: 21/4/2008 - 7 partes



















CQC - Custe o Que Custar: 1/4/2008 - 8 partes






















CQC - Custe o Que Custar: 31/3/2008 - 4 partes










CQC - Custe o Que Custar: 24/3/2008 - 10 partes




























CQC - Custe o Que Custar: 17/3/2008 - 13 partes





































Chamada CQC

CQC - Custe o Que Custar: histórico


Sete homens vestidos de terno preto e óculos escuros farão, com muito humor, um resumo das principais notícias ocorridas durante a semana. Esse será o formato do programa "Custe o Que Custar", que estréia nesta segunda-feira (17), às 22h15, na Band.

Com brincadeiras e irreverência, o jornalista Marcelo Tas, o comediante e também jornalista Rafinha Bastos e o ator Marco Luque assumirão a bancada e conduzirão, ao vivo, o novo programa da Band, comentando livremente os fatos ocorridos pelo país e pelo mundo.

Rafael Cortez, Danilo Gentili, Felipe Andreoli e Oscar Filho - além do próprio Rafinha Bastos - cuidarão das reportagens e, de microfone em punho, os cinco terão uma prioridade: perguntar o que ninguém tem coragem.

"Essa foi uma das escalações mais difíceis que fizemos, porque esse elenco precisava ter vários atributos específicos. Era fundamental ter ótimo conhecimento geral e humor na veia, além de muita coragem e improviso para enfrentar as situações. Duas outras preocupações foram não escolher pessoas com o mesmo tipo de humor e buscar profissionais sem vícios, que não fossem conhecidos na TV, apesar de experientes. Alguns deles, inclusive, são destaque da comédia stand up aqui no Brasil", afirma Elisabetta Zenatti, diretora de programação e artístico da Band.

O "CQC", como foi apelidado, é uma daptação de um programa argentino, de que Tas afirma que sempre foi fã. "Topei o convite da Band porque acredito que o nível de exigência editorial e qualidade técnica do 'CQC' é uma forma de aperfeiçoar o trabalho que faço na TV desde sempre. E também porque acredito que o telespectador brasileiro esteja aberto e com vontade de mais irreverência e humor para ajudar a digerir as notícias absurdas dos nossos dias", declara.

No entanto, apesar da adaptação - o formato foi importado pela Band da Eyeworks-Cuatro Cabezas e co-produzido no Brasil pelas duas empresas - Elizabetta acredita que um programa produzido no Brasil e com elenco local é "totalmente adaptado ao perfil do brasileiro" e aposta no seu sucesso.